Biografia de um Povo Noveleiro

Seo Francisco Everardo Oliveira da Silva nascido em 1° de maio de 1965  em Itapipoca no Ceará. Cantor, compositor e agora homem de um milhão (e mais trezentos mil) de-votos .

Este humorado cidadão brasileiro começou trabalhar (trabalhar) aos 8 anos em circos onde já era o palhaço Tiririca, apesar da tenra idade.

Como compositor e cantor caiu nas graças da gigante Sony Music e vendeu 1,5 milhões de cópias do CD Florentina (será que um CD valia um voto?), sonorizada alegremente por todos os brasileiros independente dos estratos sociais.

Teve música cassada, foi processado e absolvido igual os mais afamados.

Trabalhou na Rede Manchete, SBT e atualmente (antes dos corredores do Congresso) na Rede Record.

Até que resolveu penetrar às frestas da política através das mãos (ou dedo) da massa.

Quem, com mais de 35 anos, não lembra do Mário Juruna, pedetista indigena que circulou pelo Congresso. O povo o colocou lá uma vez e nunca mais.

O Cacique virou piada, apesar da repercussão mundial e ter sido responsável pela criação da Comissão Permanente do Índio, morreu miserável, abondanado pela sua tribo e esquecido pelos eleitores.

O seu Everardo inclui-se no direito a pluralidade/diversidade onde busca, segundo a lei, evitar a formação de um elitismo no corpo dos membros dos poderes legislativo e executivo.

Que este cidadão tenha mais sorte que o Xavante.

Everardos e Jurunas são frutos de uma massa que contempla as fictícias dramaturgias - "e otras cositas mas".

Votou brazuca? Agora aguenta.

 

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